Radio Flecha Polida

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Antigas Idéias e Novos Adeptos


Igreja descobre o potencial de ferramentas virtuais como Twitter, Facebook e blogs para a obra de Deus e a pregação do Evangelho.

Por Rafael Dantas

Já lá se vão uns 15 anos da consolidação da internet como meio de comunicação, interação e informação. O advento do universo virtual, primeiro através dos computadores pessoais e, ultimamente, por meio de notebooks, iPads, tablets e muitas outras maravilhas tecnológicas, mudou definitivamente a humanidade, numa mudança que pode ser comparada, em abrangência e efeitos, à Revolução Industrial do século 18. Presente em todos os segmentos sociais e em praticamente todas as atividades humanas, a informatização já superou antigas barreiras e temores de pessoas mais conservadoras, que temiam a substituição do ser humano pela máquina. Isso porque, incorporada definitivamente à sociedade contemporânea, a internet é hoje parte essencial do aparato de qualquer pessoa, seja no ambiente de trabalho, no lazer, nas relações sociais, e, por que não dizer, na vida espiritual. Um dos últimos segmentos a render-se aos encantos da grande rede, a Igreja já não vê mais no computador uma ferramenta do anticristo. Ao contrário – em meio a uma geração que já nasceu plugada, a informática é hoje usada na evangelização, na edificação e na comunhão entre crentes do mundo inteiro. É um tremendo campo missionário, ainda praticamente inexplorado pelos crentes.
Com a presença cada vez maior de internautas on line (quase 75 milhões de brasileiros fazem uso regular da grande rede, segundo o instituto Ibope Nielsen), a web já é um dos espaços mais frequentados pelas pessoas, que ali se comunicam umas com as outras, trabalham, estudam, se distraem, programam a agenda e fazem compras. Grandes redes sociais, como o Facebook e o Orkut, já têm mais pessoas como membros do que a população de muitos países. Além disso, a vida virtual ganha cada vez mais horas do cotidiano do homem moderno. O Brasil, por exemplo, é a nação onde o internauta passa mais tempo conectado – uma média de 19 horas e meia por mês, segundo o Ibope Inteligense. Diante de números tão expressivos, a Igreja desistiu de demonizar a web e passou a usar suas múltiplas possibilidades para exercer atividades que lhe são essenciais, como a evangelização, o ensino bíblico, a comunhão e até a oração. Das simples mensagens por e-mail com conteúdo cristão, os crentes passaram a propagar sua fé nos chats e nas radiowebs, sem falar nos microblogs, na transmissão de cultos em tempo real e nos aconselhamentos virtuais. É o Reino de Deus tornando-se acessível a um simples clique de mouse!
Entre os grupos religiosos que exploram a web, os evangélicos estão entre os pioneiros, ao menos no Brasil. Segundo pesquisas realizadas pelo antropólogo Airton Jungblut, professor da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio Grande do Sul, entre os chats de conteúdo religioso, os evangélicos são os mais procurados. Na sua tese de doutorado Nos chats do Senhor, o estudioso mensura diversas características do comportamento religioso na net, mapeando o interesse tanto de discutir questões relativas a fé como de converter outros às suas doutrinas. “As razões históricas para esse movimento é que os evangélicos sempre fizeram um uso mais eficiente dos meios de comunicação de massa”, avalia Jungblut. “No passado, o uso da imprensa pelos protestantes foi fundamental para o seu crescimento. Além disso, a forte prática em busca de conversões faz com que se usem de todos os recursos possíveis para divulgar seus pontos de fé.”
Uma das características descobertas na pesquisa do professor é que essas ações na internet se davam muito mais de forma individual do que institucionalmente. Dois comportamentos que diferem aqueles militantes da fé que estavam nos chats das lideranças religiosas que buscavam se inserir na web foram identificados. “Um grupo de internautas usava a ferramenta para criar espaços de sociabilidade entre evangélicos, um uso não propriamente religioso. Por outro lado, havia aqueles que tentavam fazer da web uma extensão da igreja, reproduzindo algumas rotinas, como estudos bíblicos”, cita o professor.


Seara virtual


  • O Brasil é o 5º país com o maior número de conexões à internet
  • Quase 75 milhões de brasileiros são internautas
  • 63% dos internautas brasileiros têm idades entre 15 e 35 anos
  • No Brasil, existem entre 20 mil e 30 mil blogueiros evangélicos
  • A União de Blogueiros Evangélicos tem cerca de 15 mil filiados

Fontes: Ibope, F/Nazca e Quest Inteligência de Mercado

http://cristianismohoje.com.br

Rede Juvenil Shabath

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Mini-Série Cristã DECODE

O “Ministério A Onda Dura”, de Joinville, Santa Catarina, está produzindo uma minissérie sobre o arrebatamento. O ministério, que faz parte da Comunidade Siloé, é focado em jovens e conta com uma equipe de TV e cinema, e já fez outras produções semelhantes, como filmes de curta-metragens, séries e novelas, com temática cristã.
O projeto, intitulado “Decode”, conta a história de um ex-policial chamado Paulo Cardoso, que tem esposa e filhas arrebatadas, e então, acorda para o caos e decadência do mundo. A série, apresenta um personagem em comum com “Deixados para Trás”. Em “Decode”, o favorito a ser eleito presidente da ONU é o personagem Nicolae Carpathia, que se torna o anticristo na série de livros sobre a grande tribulação.
Marcos Vinicius, um dos integrantes do “Ministério A Onda Dura” afirma que a série “ainda está em fase de pré-produção, e conta com uma grande equipe técnica, todos voluntários, desde maquiadores a iluminadores e um estilo de filmagem muito próximo ao do cinema, com a tecnologia DSLR”.
Confira abaixo o trailer da minissérie “Decode”, produzida pelo “Ministério A Onda Dura”:
video


Fonte: Gospel +
Rede Juvenil Shabath

Pensar na morte aumenta a fé ?

Um estudo realizado pelo departamento de psicologia da Universidade de Otago, na Nova Zelândia, e que será publicado na próxima edição do Journal of Experimental Social Psychology, afirma que quando ateus pensam na própria morte, sua fé em Deus aumenta.
Realizado com 265 estudantes universitários, religiosos e ateus, o estudo concluiu que pensar na morte aumenta inconscientemente a fé de ateus nas crenças religiosas e em Deus, mas os tornam mais céticos em relação às religiões no nível consciente. Já para religiosos, pensar na morte aumentou a fé tanto consciente ou inconscientemente.
Para realizar o estudo, os estudantes foram divididos em dois grupos: um escreveria sobre a própria morte e outro sobre o que viam na TV. Os religiosos que escreveram sobre a própria morte mostraram maior fé em suas crenças que os religiosos que escreveram sobre TV. Já entre os ateus, os resultados dos textos mostravam que os que escreveram sobre a morte se mostraram ainda mais céticos do que os que escreveram sobre TV.
Porém, ao analisar as crenças inconscientes os pesquisadores constataram que os religiosos mostraram ainda mais certeza de sua fé, enquanto os ateus demonstraram ter menos confiança em sua descrença.
Segundo a revista Veja, os pesquisadores sondaram a crença inconsciente medindo a velocidade com que os participantes do estudo apertavam um botão para admitir ou negar a existência de Deus. Depois de escrever sobre a própria morte, os religiosos apertaram mais rápido o botão que confirmava a existência de Deus e os ateus passaram a demorar mais para apertar o botão que a negava.
O professor Jamin Halberstadt, coautor do estudo, afirmou que “o medo da morte é uma experiência quase universal e as crenças religiosas parecem ajudar a lidar com essa ansiedade”.
“Como agora sabemos, essas crenças agem tanto em nível consciente como inconsciente, permitindo que mesmo autoproclamados ateus façam proveito delas”, concluiu Halberstadt.
Fonte: Gospel+



Rede Juvenil Shabath